A DESCOBERTA DO MUNUSCRITO

O manuscrito foi descoberto por Manuel Ferreira Lagos no século 19 na então Biblioteca da Corte — que hoje é a Biblioteca Nacional — e posteriormente entregue ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB); foi nas mãos de um dos fundadores do instituto que a escritura teve seu real valor reconhecido e divulgado: após leitura o cônego Januário da Cunha Barbosa publicou uma cópia integral do manuscrito na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, com a adição de um prefácio no qual esboçava uma teoria de ligação entre o assunto do documento e a saga de Roberio Dias, um homem que fora aprisionado pela coroa portuguesa por se negar a fazer revelações a respeito de minas de metais preciosos na Bahia.

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O QUE É O MANUSCRITO 512?

manuscrito 512, ou documento 512, consiste em um dos arquivos manuscritos da época Brasil colonial que está guardado no acervo da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Ninguém sabe quem é o autor do documento, mas ele corresponde a um dos maiores mistérios arqueológicos do nosso país. O material traz o relato de um grupo de bandeirantes que teria, no século XVIII, descoberto as misteriosas ruínas de uma cidade desconhecida no interior da Bahia. bibibioteca

Este manuscrito é a base da maior fábula arqueológica nacional, e um dos mais famosos documentos da Biblioteca Nacional. O acesso ao relato original é extremamente restrito atualmente, embora uma versão digitalizada dele tenha sido disponibilizada recentemente com a atualização digital da biblioteca nacional.