O QUE FALA O MANUSCRITO?

O documento que hoje traz o subtitulo de “Relação histórica de uma oculta e grande povoação antiquíssima sem moradores, que se descobriu no ano de 1753”, narra o encontro do grupo de bandeirantes com ruínas de uma cidade perdida e desconhecida até então. Nele se narra o descobrimento de uma maravilhosa cidade perdida de casas de pedra e amplas ruas, além de numerosas inscrições gravadas nas pedras em uma língua completamente desconhecida.

A viagem de exploração teve lugar em 1753, quando um grupo de homens guiados por Francisco Raposo e João Silva Guimarães, adentrou-se nas selvas do atual estado brasileiro da Bahia. Antes que nada há que se considerar que faz aproximadamente 270 anos o atual estado da Bahia estava dominado por hordas de Aimorés e Pataxós, nativos belicosos cujas terras foram conquistadas só muitos anos depois. Aventurar-se no interior da chamada “Mata Atlântica”, a selva tropical que agora, lamentavelmente, está reduzida só a pequenos pedaços, era muito perigoso.

Francisco Raposo buscava as fantasmagóricas minas de ouro e de prata de Muribeca, cuja localização física era desconhecida.

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